domingo, 15 de agosto de 2010

HOJE

Em outras hipóteses, eu seria mais comedida, cautelosa, ponderada, mediria as palavras e, provavelmente, não sairia do meu lugar nem escreveria abertamente (se bem que raramente escrevo "abertamente").
Mas minha atual situação urge. Não tenho tempo a perder, melhor, o tempo é curto, a vida é curta e não tenho tempo (nem paciência) para fazer joguinho de palavras... ou para deixar para depois... amanhã, talvez depois de amanhã.
Na minha atual circunstância, sei que minha vida está baseada no hoje, agora.
Amanhã, amanhã não sei se vivo...
Que minhas palavras não sejam interpretadas como pessimismo. Não é isso. Estou apenas sendo realista.  E ser realista é me dar ao luxo (e prazer !) de viver o HOJE !

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